Arquivo da categoria: Uncategorized

Reproduzindo importante pedido do presidente do IBDFAM Rodrigo da Cunha Pereira……

Prezado Ibdermano,
Recebemos a informação de que o Estatuto das Famílias (PLS 470/2013) pode ser votado na próxima quarta-feira, dia 12, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal. A Proposta recebeu parecer favorável do relator, senador João Capiberibe (PSB-AP).

Peço, por favor, que mobilizem os senadores para sensibilizá-los sobre a importância da aprovação do maior projeto de lei que beneficia e protege todas as configurações familiares. Solicito também, àqueles que puderem, comparecer ao Senado no dia da votação.

Encaminho o manifesto pela aprovação do projeto de lei. Conto mais uma vez com o seu imprescindível apoio.

Um abraço,

Rodrigo da Cunha Pereira
Presidente Nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM)

IBDFAM LANÇA MANIFESTO PELA APROVAÇÃO DO ESTATUTO DAS FAMÍLIAS

O Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), entidade técnico-científica fundada em 1997, que reúne mais de 8.500 membros, entre juristas, ministros, desembargadores, juízes, procuradores e promotores de Justiça, advogados, defensores públicos, psicólogos, psicanalistas, e assistentes sociais, é uma instituição reconhecida pelo Ministério da Justiça como de Utilidade Pública Federal. Nesta sexta-feira, dia 7 de novembro, lançamos o manifesto à sociedade brasileira pela aprovação do Estatuto das Famílias.

O BRASIL MERECE. AS FAMÍLIAS BRASILEIRAS TAMBÉM.
E O IBDFAM FAZ A SUA PARTE.

A sociedade brasileira muda permanentemente. As mudanças de costumes e a conquista do Estado Democrático de Direito ampliaram as possibilidades de escolha dos indivíduos, e a família deixou de ser apenas um núcleo econômico e de reprodução para dar lugar à livre manifestação do afeto, o que fez emergir a necessidade de adequar o ordenamento jurídico aos arranjos familiares que, pouco a pouco, se consolidaram. Até bem pouco tempo, um filho gerado fora do casamento era considerado ilegítimo. E ainda hoje mais de 5 milhões de crianças brasileiras ainda não têm sequer o nome do pai no registro de nascimento.

Os defensores do retrocesso, em uma vil tentativa de macular a imagem do mais abrangente projeto de lei em tramitação na América Latina para proteger as famílias brasileiras, acusam o Estatuto das Famílias de defender as relações incestuosas. Sabemos bem e defendemos o que a psicanálise e a antropologia já nos ensinaram desde a década de 30: que o incesto é a proibição básica de qualquer cultura. Nenhum trecho do Estatuto das Famílias trata ou estimula tal prática odiosa.

Acusam o Estatuto das Famílias também de defender as amantes. MUITO PELO CONTRÁRIO. O Estatuto das Famílias nasce para responsabilizar todos aqueles que mantém famílias paralelas. Os que fazem esta acusação é que querem manter uma verdadeira cultura de incentivo e permissão aos relacionamentos fora dos casamentos e das uniões estáveis, porque do jeito que está hoje, os cidadãos mantêm famílias paralelas e não são responsabilizados pelos seus atos. A separação de fato não impede que se reconheça os efeitos jurídicos de nova relação, o que já é admitido inclusive pela jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.

Já em relação ao casamento homoafetivo, parafraseamos um dos mais destacados juristas de toda a história brasileira, que integra o IBDFAM como sócio honorário, o ministro do Supremo Tribunal Federal Ayres Britto (hoje aposentado), para quem, nada incomoda mais as pessoas do que a orientação sexual alheia, quando tal orientação já não corresponde ao padrão social da heterossexualidade. É a velha postura de reação conservadora aos que, nos insondáveis domínios do afeto, soltam por inteiro as amarras desse navio chamado coração.

Saiba mais sobre o Estatuto das Famílias

No Estatuto das Famílias o respeito à diferença e a dignidade da pessoa humana são colocados em primeiro lugar. Reflexões avançadas sobre Direito de Família nascem, se fortalecem e dão origem a doutrinas e leis. A nossa principal intenção é valorizar a família brasileira, ao preservar os interesses de pais e mães e, acima de tudo, assegurar o pleno desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Essencialmente, o Estatuto propõe modernizar o entendimento sobre direitos e garantias fundamentais aplicados ao Direito das Famílias, com a máxima objetividade possível tendo em vista o fato de o comportamento humano e as relações familiares estarem tão sujeitos ao julgamento moral.

O sistema jurídico rege as questões familiares com base no Código Civil de 2002, concebido no final dos anos 1960 e que, portanto não representa as necessidades atuais das famílias brasileiras e tendo em vista que o conceito de família é cada vez mais plural. Os arranjos familiares não mais decorrem apenas do matrimônio. A união estável, as famílias monoparentais e as adoções atestam que as mais diversas formas de relação familiar tornam a vinculação afetiva mais importante na abrangência e nas novas definições do conceito de família.

A apresentação do Estatuto das Famílias no Senado segue a moderna linha do Direito Civil com a criação de um microssistema, a exemplo do Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto do Idoso. As novas regras, criadas pelo Estatuto, asseguram o amparo legal para todos os arranjos familiares, como as famílias parentais, em que os membros têm relação de parentesco por consanguinidade ou socioafetivas, se assim declaradas judicialmente, e as conjugais. Paternidade socioafetiva, abandono afetivo, alienação parental e famílias recompostas são alguns dos temas mais importantes tratados pelo Estatuto das Famílias.

Veja o Projeto de Lei (PLS 470/2013) da senadora Lídice da Mata (PSB-BA) em: http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=115242

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Lei que agiliza registro de imóvel levará dois anos para ter efeito.

A nova legislação sobre registro de imóveis vai demorar dois anos para entrar efetivamente em vigor no país. Esse é o prazo de implantação do modelo que concentra na matrícula do bem todas as informações sobre pendências jurídicas referentes aos seus proprietários.

A mudança faz parte da MP (medida provisória) 656, que reduziu de 14 para 4 os procedimentos necessários para registro de propriedades. Dessas etapas, 10 estavam relacionadas à emissão de mais de 20 certidões.

Os papéis são necessários para garantir que a venda do imóvel não seja contestada por causa de pendências como débitos trabalhistas ou de tributos, por exemplo.

Agora, informações sobre essas pendências devem ser registradas no cartório onde está a matrícula do imóvel.

CARÊNCIA

Haverá, no entanto, um prazo de dois anos para que sejam anotadas informações sobre decisões que possam comprometer a venda do imóvel anteriores a 7 de novembro, data em que os artigos da MP que tratam do assunto entram em vigor.

O objetivo desse prazo é garantir que os credores que já tenham decisões favoráveis na Justiça possam enviar a informação aos cartórios.

Flauzilino Araújo dos Santos, presidente Arisp (Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo), afirma que os cartórios já registram esse tipo de informação junto à matrícula quando os credores fazem o envio, mas poucos credores o fazem, pois o procedimento não é obrigatório.

Antes da nova legislação, era o comprador que precisava provar que, ao comprar o imóvel, não sabia que ele estava comprometido por uma decisão judicial.

Olivar Vitale, advogado especialista em direito imobiliário, afirma que a MP reforça o entendimento do Judiciário de que é necessário proteger o comprador.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça), aliás, já deu ganho de causa a comprado- res que provaram ter adquirido de boa-fé imóveis com pendências.

Por isso, Vitale diz que os credores devem correr aos cartórios antes mesmo de a MP entrar em vigor para garantir seus direitos. Já os compradores devem checar todas as certidões durante os próximos dois anos.

O Ministério da Fazenda confirmou que as vendas realizadas no período de transição de dois anos estarão sujeitas às regras antigas, pois não há como ter certeza de que todos os registros e averbações anteriores à MP foram anotados na matrícula.

AGILIDADE

Segundo o vice-presidente da Unidade de Financiamentos da Cetip, Roberto Dagnoni, quando totalmente implantada, a mudança deve reduzir o tempo de liberação do crédito imobiliário de uma média de 60 dias para 15 dias.

“Hoje você precisa de uma série de certidões negativas de todos os donos. E, se um é sócio de uma empresa, precisa das certidões da empresa e dos sócios dela”, afirmou.

A mudança, segundo o governo, pode elevar o Brasil em seis posições no ranking do Banco Mundial sobre melhores ambientes para negócios, para a 110ª posição.

Nova regra vai facilitar retomada de veículos

A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada outra medida do governo para tentar facilitar e baratear as operações de crédito.

A nova legislação para retomada de veículos de pessoas com prestações em atraso foi incluída de última hora no texto da MP 651, que trata de incentivos tributários, entre outros assuntos.

Agora, o processo de retomada do veículo poderá ser feito após a entrega ao devedor de uma carta registrada, em processo extrajudicial.

Até então, dependia do Judiciário. De cada 100 decisões liminares na Justiça, apenas 15 resultavam em retomada do bem dado em garantia do empréstimo, segundo estatísticas do setor bancário.

Outra mudança está nos contratos de financiamento. Agora, os bancos poderão incluir cláusula na qual o cliente autoriza previamente que se faça a retomada do veículo em caso de inadimplência.

Também fica registrado que a venda do carro não significa a quitação da dívida. Será feito apenas o abatimento do valor arrecadado em leilão. Além disso, o cliente assume previamente a responsabilidade por dívidas relacionadas a multas e tributos.

A expectativa é que as mudanças nas regras contribuam para uma redução do custo dos financiamentos.

O novo modelo já está em vigor, mas os bancos aguardam a votação da MP no Senado e a sanção da proposta.

O vice-presidente da Unidade de Financiamentos da Cetip, Roberto Dagnoni, afirmou que a mudança na legislação permite aos bancos modificar seu modelo de concessão de crédito. Isso deve beneficiar clientes que hoje teriam suas propostas recusadas, segundo o executivo, por falta de garantias.

FONTE: Folha de São Paulo
EDUARDO CUCOLO e SOFIA FERNANDES (BRASÍLIA)

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

REVISÃO GRATUITA

REVISÃO GRATUITA: assista agora, gratuitamente na internet, os comentários dos professores do Damásio a TODAS as questões do recente concurso da MAGISTRATURA/SP. Uma revisão incrível, disponível a todos.

Clique no link a seguir e assista às aulas: http://servicos.damasio.com.br/carreirasjuridicas/html/paginasespeciais/comentarioseprimeirasimpressoes_cadastro.html

Foto: REVISÃO GRATUITA: assista agora, gratuitamente na internet, os comentários dos professores do Damásio a TODAS as questões do recente concurso da MAGISTRATURA/SP. Uma revisão incrível, disponível a todos.

Clique no link a seguir e assista às aulas: http://servicos.damasio.com.br/carreirasjuridicas/html/paginasespeciais/comentarioseprimeirasimpressoes_cadastro.html

Abraços.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Ex-marido é liberado do pagamento de pensão à ex-mulher após 18 anos, decide STJ.

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) exonerou um ex-marido da obrigação alimentar que ele teve com a ex-esposa por mais de 18 anos, uma vez que ela se mudou para outro país e conseguiu emprego por lá.

Ao julgar o caso, a Turma reafirmou o entendimento de que os alimentos devidos entre ex-cônjuges não podem servir de fomento ao ócio ou ao enriquecimento sem causa. Por isso, a análise da pretensão do devedor de se exonerar da obrigação – quando fixada sem prazo determinado – não se restringe à prova da alteração do binômio necessidade-possibilidade, mas deve considerar outras circunstâncias, como a capacidade do alimentando para o trabalho e o tempo decorrido entre o início da pensão e o pedido de desoneração.

A relatora, ministra Nancy Andrighi, defendeu o fim da obrigação alimentar, tendo em vista que a alimentanda recebia a pensão havia mais de 18 anos, tempo bastante para se restabelecer e seguir a vida sem o apoio financeiro do ex-marido. Além disso, há notícias de que está trabalhando, embora tenha afirmado que não ganha o suficiente para a própria manutenção.

Condição financeira

O recurso no STJ era contra decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), que proveu parcialmente a apelação da ex-mulher por entender que não seria justo ela ficar desamparada em suas necessidades básicas depois de ter auxiliado o marido na manutenção do lar.

Em sua defesa, o ex-marido alegou que houve alteração na condição financeira das partes e que a ex-mulher hoje vive com outra pessoa nos Estados Unidos, o que justificaria a exoneração da obrigação alimentar.

Tempo razoável

Segundo Nancy Andrighi, a Terceira Turma já consolidou entendimento no sentido de que, detendo o ex-cônjuge alimentando plenas condições de inserção no mercado profissional ou já exercendo atividade laboral, ainda mais se esse trabalho é capaz de assegurar a própria manutenção, deve ser o alimentante exonerado da obrigação.

A relatora disse que, salvo as hipóteses excepcionais – como incapacidade física duradoura ou impossibilidade prática de obter trabalho –, os alimentos devidos ao ex-cônjuge devem ser fixados por prazo determinado (alimentos temporários), suficiente para permitir a adaptação do alimentando à nova realidade imposta pela separação.

“Decorrido esse tempo razoável, fenece para o alimentando o direito de continuar recebendo alimentos, pois lhe foram asseguradas as condições materiais e o tempo necessário para o seu desenvolvimento pessoal, não podendo albergar, sob o manto da Justiça, a inércia laboral de uns em detrimento da sobrecarga de outros”, acrescentou a relatora.

O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.

FONTE STJ

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Multiparentalidade no jornal Folha de SP. Presente dia dos pais.

Hoje recebi um presente maravilhoso de dia dos pais ao ser citado numa matéria sobre Multiparentalidade no jornal Folha de Sao Paulo de hoje. A mesma também esta na internet no link http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/folha-online/cotidiano/2014/08/10/crescem-os-casos-de-filhos-com-pais-em-dobro-na-certidao-de-nascimento.htm Feliz dia dos pais a todos que se dedicam a essa difícil missão!!!!

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Espólio de viúva não precisará pagar pensão retroativa a filho reconhecido tardiamente, decide STJ.

O espólio de uma viúva foi dispensado de pagar ao filho de seu falecido marido – reconhecido tardiamente – a metade da pensão que ela recebeu no período entre a data do falecimento e a habilitação do menor no órgão previdenciário.

O entendimento foi da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que acompanhou o voto do ministro João Otávio de Noronha.

O recurso discutiu se o espólio da viúva de um funcionário público federal, que recebeu a totalidade da pensão por morte do marido, deveria pagar retroativamente ao filho – que só foi reconhecido mais tarde, em ação de investigação de paternidade – a metade das parcelas recebidas entre o falecimento e a habilitação do menor como dependente do segurado.

Representado por sua mãe, o menor ajuizou ação de investigação de paternidade em 1992. O pai faleceu em 1994. Em 1999, o interessado conseguiu se habilitar no órgão previdenciário para receber a pensão, após confirmação da sentença que reconheceu a paternidade.

Posteriormente, o menor ajuizou ação de cobrança contra a viúva, reclamando sua parte nas pensões pagas desde a morte do pai. A viúva faleceu no decorrer da ação e foi substituída por seu espólio.

Efeitos retroativos

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) condenou o espólio a pagar as verbas. De acordo com o TJRS, esse benefício é devido aos dependentes do segurado a contar da data do óbito, conforme o artigo 74 da Lei 8.213/91.

Como os efeitos da declaração de paternidade retroagem à data do nascimento, e como os autos registram que a viúva sabia da existência da ação de investigação de paternidade, o tribunal estadual entendeu que sua conduta, ao receber os valores que seriam do menor, configurou má-fé, o que afastaria o princípio da irrepetibilidade das verbas previdenciárias.

Contudo, no STJ, o ministro Noronha não entendeu que a viúva tenha agido com má-fé.

Para ele, é certo que a lei vigente à época da morte do segurado era a 8.213, cujo artigo 74 assegura que o benefício é devido a partir do falecimento ao conjunto de dependentes, nele figurando, entre outros, o cônjuge e o filho de qualquer condição menor de 21 anos ou inválido.

Entretanto, tendo a viúva recebido os valores de boa-fé, não haveria como devolver os valores ao menor, em respeito ao princípio da segurança jurídica. Segundo o ministro, o interessado teve tempo suficiente para pedir a pensão na própria ação de investigação de paternidade.

Resultado incerto

O ministro explicou que antes do reconhecimento da paternidade o vínculo paterno consiste em mera situação de fato, sem efeitos jurídicos. A partir do reconhecimento é que a situação de fato se transforma em relação de direito, tornando exigíveis os direitos do filho.

Por isso, Noronha considerou não ter havido má-fé da viúva ao receber a pensão do falecido esposo, se apenas o que ela sabia era da existência de uma ação investigativa cujo resultado poderia ser qualquer um.

De acordo com o ministro, ainda que a sentença proferida em ação investigativa de paternidade produza efeitos retroativos, “tais efeitos não possuem caráter absoluto, encontrando um limite intransponível: o respeito às situações jurídicas definitivamente constituídas”.

Habilitação tardia

João Otávio de Noronha afirmou que a possibilidade de pagamento retroativo ao menor não autoriza, por si só, que se exija de outros beneficiários anteriormente habilitados a devolução das verbas previdenciárias recebidas de boa-fé.

“Nestes casos, em nome da segurança jurídica, deve-se reconhecer configurada a hipótese de habilitação tardia prevista no artigo 76 da Lei 8.213”, afirmou Noronha.

O artigo dispõe que a concessão da pensão por morte não será protelada pela falta de habilitação de outro possível dependente e que qualquer inscrição ou habilitação posterior que importe em exclusão ou inclusão de dependente só produzirá efeito a contar da data da inscrição ou habilitação.

O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.

Fonte: Superior Tribunal de Justiça – 01/08/2014

Deixe um comentário

Arquivado em Direito das Sucessões, Direito de Família, Divórcio e Inventário por Escritura Pública, Uncategorized

Amigos, com muita alegria divulgo a XV Conferência Mundial da International Society of Family Law (ISFL), onde estarei presente falando sobre Multiparentalidade.

Conferência mundial discute Direito de Família em múltiplos aspectos

Com o tema “Universidades e Singularidades”, a XVª Conferência Mundial da International Society of Family Law (ISFL) aporta no Recife entre os dias 6 e 9 de agosto no auditório principal Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF). Com o objetivo de fazer com que operadores do direito, do Brasil e do mundo, troquem experiências e tratem juntos, com sensibilidade, a complexidade inerente aos conflitos familiares. O evento ocorre pela primeira vez na América do Sul.

O Congresso é composto por 6 eixos temáticos:
1) Casal;
2) Influências Econômicas e Ideológicas;
3) Criança;
4) Alienação Parental e Abuso Sexual;
5) Interdisciplina;
6) Acesso à Justiça.

O objetivo é reunir Congressistas dos 5 Continentes. Não se trata de um Congresso que segue o modelo tradicional de poucos palestrantes, mas sim um evento em que os trabalhos científicos enviados foram aprovados e os Congressistas exporão seus papers pelo período de 15 minutos.

Assim, já temos selecionados e confirmados mais de 100 expositores, além daqueles que proferirão palestras magnas.

É uma chance única de, no Brasil, poder se discutir o direito de países asiáticos como China, Rússia e Japão, bem como se comparar o direito europeu de família com o atual estágio do direito sul-americano.

Alguns dos temas a serem abordados e palestrantes:

1) No melhor interesse dos jovens adultos? (In the Best Interest of Young Adults?) – Adriaan P. Van der Linden, Holanda.

2) Deslegalizaçāo do Direito de Família (Delegalizing Family Law) – Marsha Garrison, Estados Unidos da América.

3) Famílias Mútuas (Mutual Families) – Jones Figueirêdo Alves, Brasil.

4) Multiparentalidade (Multiparentality) – Christiano Cassettari.

5) Diferenças de gênero quanto aos alimentos (Gender Differences in Pensions) Gitte Meldgaard Abranhamsen – Dinamarca.

6) O Direito das Crianças e as Relações Familiares após o Divórcio (Children´s Rights and Family Relations after Divorce) – Flavio Tartuce, Brasil.

7) Suportes e perspectivas da desjudicialização do divórcio no direito francês em direção ao direito comparado (Stakes and Perspectives of the dejudicilization of the Divorce in French Law towards the compared right) – Frabrice Toulieux, França.

8) O Direito à Identidade à beira do abismo – entre direitos universais e as perspectivas regionais (The right to identity on the verge: the Inter-American Court of Justice, between universal rights and regional perspectives) Ursula Cristina Basset, Argentina.

9) Nova Revolução no Direito de Família: Contratos de Geração De Filhos (New Revolution in Family Law – Childbearing Contracts) – Rodrigo da Cunha Pereira, Brasil.

10) Menos entre Iguais: A Saga dos Pais Russos (Lesser Between Equals: Fathers´ Russian Saga) – Olga Dyuzheva, Rússia

11) Universalidades: Desafio de um Direito de Família acessível a todos (Universalities: The challenge of Affordable Family Law) – Patrick Parkinson, Austrália

Importante: haverá tradução simultânea das palestras.

Mais informações e inscrições dos interessados sugerimos visitar o site WWW.ISFLBRAZIL.COM

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Chegaram os livros mais esperados do ano.

Chegaram os livros mais esperados do ano, que estavam faltando na nossa Coleção Cartórios, publicada pela Ed Saraiva. Tratam-se dos 2 volumes sobre Registro Civil de Pessoas Naturais, tema importantíssimo nos concursos de ingresso e remoção. Os livros, de autoria do amigos Mario Camargo e Marcelo Salaroli sao indispensáveis também para quem esta no exercício da atividade, pois tratam de questões do dia a dia das serventias. Os mesmos já estão disponíveis nas livrarias e no site http://www.livrariasaraiva.com.br

20140625-123125.jpg

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Programa Academia TV Justica.

Amigos, para quem não viu minha entrevista no programa Academia da TV Justiça, sobre Multiparentalidade, segue link http://migre.me/k2gY3

20140624-154622.jpg

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Assistam nossa participação no programa Academia, da TV Justica.

Amigos, gostaria de convida-los a assistirem a entrevista que dei ao programa Academia, da TV Justica, que vai ao ar no dia 22.06 (domingo) ás 21h.

As reprises acontecem nos seguintes horários:

Segunda 10h; Terça 12H30, Quarta-Feira 19h30, Quinta-feira 10h e Sexta 09h .

Na segunda-feira, após ás 16h, o programa é disponibilizado no site da TV Justiça bem como no You Tube.

Segue release:

Programa recebe o professor Christiano Cassettari

“Multiparentalidade e parentalidade socioafetiva” é o titulo da tese de doutorado de Christiano Cassetari, em debate no programa Academia desta semana. O trabalho foi apresentando à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). O estudo parte do princípio de que a Constituição Federal estabelece a família como base da sociedade. Aquele conceito tradicional de família, ou seja, a relação pai, mãe e filhos, essencialmente patriarcal e biologizada, ficou para trás. De acordo com o trabalho, a família passou a ter, reconhecidamente, novas configurações que envolvem afetividade e igualdade.

O autor da tese busca analisar os principais efeitos jurídicos da parentalidade socioafetiva, principalmente a multiparentalidade. O trabalho indica e tenta resolver vários problemas que decorrem do seu reconhecimento, como por exemplo a maneira de formação, se a afetividade deve ser recíproca, entre outras situações.

Para participar do debate foram convidados o tabelião e professor de Direito Civil, Hércules Benício, e o juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e professor de Direito Processual Civil, Fabrício Lunardi

20140621-090550.jpg

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized